Poucas experiências existenciais são tão intensas e significativas num período de tempo tão reduzido.

No fim dos anos 1980, quando deixei Poona e fui pra Europa, Osho deu nome – Divine Celebration – ao workshop que eu viria a apresentar com a orientação de que “você deve explorar a dança interior das pessoas. O mundo precisa de alegria e celebração. Celebrar a vida e o mágico e misterioso fato de existir. Nada mais é preciso. Isso é mais do que suficiente. Apoie as pessoas para que elas expressem a dança que há dentro de cada uma de uma maneira única e fora dos padrões condicionados. Apresente seu workshop através da criatividade, da arte, da brincadeira e da meditação e tudo irá bem.”

E tudo sempre esteve bem. Muito bem.

Como o meu querido amigo disse várias vezes, e eu concordei em todas, “A vida, menos que o máximo, não vale à pena!”.

Divine Celebration, há 20 anos, é isso: Celebração da vida. Pura e simples. Com a consciência de que é a melhor maneira de ser responsável e grato por essa oportunidade de estar aqui, neste corpo físico, com todas as possibilidades que ele oferece.

Durante o workshop vivemos diversas situações diferentes que reproduzem um dia-a-dia normal, só que através da arte, da criatividade, da brincadeira e da meditação.

A música e a dança permeiam o ambiente.

E tudo sempre vai bem.